Vem aí um novo KING KONG (ATUALIZADO)

Vem aí um novo KING KONG (ATUALIZADO)

King Kong storms his way through the Skull Isl...

ATUALIZADO em 16/09/2014: O Deadline anunciou hoje quem irá dirigir e protagonizar, respectivamente, Skull Island: o (por aqui) desconhecido Joran Vogt-Robert (The Kings of Summer) e ninguém menos que Tom Hiddleston, o Loki dos filmes da Marvel. Não foi divulgado quem Hiddleston interpretará.

ATUALIZADO em 26/07/2014: Em seu painel na Comic-Con 2014 a Legendary Pictures, agora parceira da Universal (que detém os direitos de King Kong), exibiu de surpresa um teaser de Skull Island, filme que mostrará a origem do gorila gigante na Ilha da Caveira. Aparentemente o projeto é o mesmo no qual Neil Marshall esteve envolvido em 2013. Joe Cornish (Ataque ao Prédio) é o preferido da Legendary para assumir a direção. Continuar lendo “Vem aí um novo KING KONG (ATUALIZADO)”

Resenha: AS AVENTURAS DE TINTIM

AS AVENTURAS DE TINTIM (The Adventures of Tintin, EUA, Nova Zelândia, França, Inglaterra, 2011)
Gênero: Animação/Aventura
Duração: 108 min.
Elenco: Daniel Craig, Simon Pegg, Jamie Bell, Andy Serkis, Cary Elwes, Toby Jones, Nick Frost, Tony Curran, Sebastian Roché, Mackenzie Crook
Roteiro: Steven Moffat, Edgar Wright, Joe Cornish
Trilha Sonora: John Williams
Direção: Steven Spielberg
Cotação: ****

Se já não conhecêssemos essas duas facetas de Steven Spielberg – a do cineasta de tons melodramáticos e a do fã de filmes de aventura –, não diríamos que CAVALO DE GUERRA (2011) e AS AVENTURAS DE TINTIM (2011) seriam obras da mesma pessoa. Mas Spielberg já é conhecido e bem estabelecido e uma longa carreira é também sinal de que há alguns deslizes. E felizmente AS AVENTURAS DE TINTIM é tudo que INDIANA JONES E O REINO DA CAVEIRA DE CRISTAL (2008) queria ser e não foi: um exemplar de cinema de aventuras como há tempos não se via.

O filme já começa com uns créditos de abertura de dar gosto, que pelo jeitão deliciosamente anacrônico remetem aos créditos de outro acerto de Spielberg: PRENDA-ME SE FOR CAPAZ (2002). E é até covardia comparar a técnica de captura de movimento que Robert Zemeckis experimentou já em três obras com essa maravilha da união entre tecnologia e arte tão caprichosamente dirigida por Spielberg. Mas parte do sucesso vem também do produtor Peter Jackson. Os dois amavam o material original, os quadrinhos de Hergé, que infelizmente faleceu em 1983, sem poder ver o seu material sendo propagado mundialmente com a força massiva de Hollywood.

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