Gata Sci Fi: Rachel Nichols

Gata Sci Fi: Rachel Nichols

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A atriz norte-americana Rachel Nichols (8 de janeiro de 1980) começou a chamar atenção quando, em 2005, entrou para o elenco da série de J.J. Abrams Alias, então em sua quinta e última temporada. No mesmo ano teve papel de destaque no remake Horror em Amityville. Ela voltou a trabalhar com Abrams em Star Trek (2009), e em seguida ganhou um dos principais papéis femininos de G.I. Joe: A Origem de Cobra. Em 2011 Nichols deu azar na fraca refilmagem de Conan, O Bárbaro, e atualmente estrela a elogiada série de ficção científica canadense Continuum, cuja segunda temporada estreia em meados deste ano. Continuar lendo “Gata Sci Fi: Rachel Nichols”

1982 – Há três décadas, o ano mais fantástico de Hollywood

Entre o final dos anos 1970 e início dos anos 1980, a internet era algo que nem o mais visionário escritor de ficção científica poderia prever. Assim, o acesso do fã brasileiro às informações sobre filmes e séries do gênero fantástico era restrito ao pouco que que era publicado em nossa imprensa. Na época, comecei a importar (a duras penas, devido ao alto custo), revistas especializadas como Famous Monsters, Starlog e Fangoria, e lembro bem que a partir do final de 1980 suas páginas começaram a ser invadidas por projetos que chegariam às telas em 1982 – ano que ficou célebre por nele terem sido lançados filmes (a maior parte no verão norte-americano) que, 30 anos depois, ainda são lembrados – alguns como cults, outros como indiscutíveis clássicos da ficção científica e fantasia. O curioso é que parte deles, à época, foram fracassos de crítica ou de bilheteria (às vezes de ambos), mas que posteriormente, com a chegada do home video e suas exibições na TV, foram redescobertos pelo público e ironicamente mereceram continuações ou releituras tardias de Hollywood – na maioria das vezes inferiores ao original. Abaixo, as produções que se destacaram naquele ano memorável:

E.T. – O Extraterrestre – Um dos grandes clássicos do diretor Steven Spielberg, a aventura do alienígena bonzinho na Terra também se consagrou como uma das maiores bilheterias do Cinema. Está saindo este ano em Blu-ray, em uma edição comemorativa aos seus 30 anos;

Tron – Uma Odisseia Eletrônica – Apesar de revolucionário o longa do diretor Steve Lisberger não foi bem nas bilheterias, mas posteriormente foi reconhecido por seu pioneirismo nas áreas da realidade virtual e ciberespaço.  Sua continuação, Tron – O Legado, chegou no final de 2010;

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Resenha: Conan, O Bárbaro

CONAN, O BÁRBARO (Conan The Barbarian, EUA, 2011)
Gênero: Fantasia
Duração: 115 min.
Elenco: Jason Momoa, Rachel Nichols, Rose McGowan, Stephen Lang, Ron Perlman, Leo Howard, Bob Sapp
Compositor: Tyler Bates
Roteiristas
: Thomas Dean Donnelly, Sean Hood, Joshua Oppenheimer
Diretor: Marcus Nispel
Cotação: **

Depois de tantas críticas negativas sapecadas tanto por profissionais como por cinéfilos, espera-se obviamente o pior deste novo CONAN, O BÁRBARO (2011). Resultado: a coisa não é tão feia quanto pintam. Há até alguns momentos interessantes, especialmente no início. Porém, há que se concordar que o filme ficou bem genérico e que o excesso de CGI só depõe contra. Ao que parece, o diretor Marcus Nispel, que tem em seu currículo novas (e boas) versões de O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA (2003) e SEXTA-FEIRA 13 (2009), se sai melhor no horror do que no terreno da ação e da fantasia.

Muitos acreditavam no potencial de Jason Momoa, o brutamontes da série GAME OF THRONES, no papel do cimério. E realmente ele não se sai mal. Não cabe atribuir o fracasso artístico do filme ao musculoso ator. Ele, na verdade, se sai muito bem em vários momentos, em especial quando contracena com a bela Rachel Nichols. Ele representa o homem forte que, apesar da brutalidade, ou por causa dela, acaba conquistando as mulheres, mesmo aquelas que ele têm que amarrar as mãos com cordas. O bárbaro é o representante de um tempo em que as mulheres eram muito frágeis e os homens deveriam ser muito fortes para garantirem sua sobrevivência. Continuar lendo “Resenha: Conan, O Bárbaro”

Resenha: Conan, O Bárbaro (Blu-ray)

Produção: 1982
Duração: 129 min.
Direção: John Milius
Elenco: Arnold Schwarzenegger, James Earl Jones, Sandahl Bergman, Bem Davidson, Garry Lopes, Mako, William Smith, Max von Sydow
Vídeo: Widescreen Anamórfico 2.35:1
Áudio: Inglês (DTS-HD Master Audio 5.1), Português, Espanhol (Dolby Digital 5.1)
Legendas: Português, Inglês, Espanhol
Região: A, B, C
Distribuidora: Fox
Discos: 1 (50GB)
Lançamento: 27/07/2011
Cotações: Som: ***½ Imagem: ***½ Filme: **** Extras & Menus: ***½ Geral: ***½

SINOPSE
Arnold Schwarzenegger faz sua marcante estreia como protagonista nas telas de cinema no papel do legendário guerreiro e herói Conan, O Bárbaro. O sanguinário líder religioso Thulsa Doom (James Earl Jones) e sua corja de brutais seguidores matam os pais de Conan, fazendo com que o órfão tenha que submeter-se a uma infância de impiedosa escravidão, vindo posteriormente a transformar-se em um gladiador para divertir seus senhores. Enviado ao Oriente para aperfeiçoar suas habilidades de luta, Conan é libertado e, em suas viagens, conhece o arqueiro Subotai (Gerry Lopez), o mago Akiro (Mako) e Valéria, a Rainha dos Ladrões (Sandahl Bergman), que será seu grande amor. Com seus companheiros Conan deverá enfrentar o vilão, vingar a morte de seus pais e desvendar o Enigma do Aço.

COMENTÁRIOS
O personagem mais célebre criado pelo escritor Robert E. Howard foi o bárbaro guerreiro Conan, que dos contos publicados em revistas de fantasia passou para os quadrinhos da Marvel e, posteriormente, para o cinema e a TV. Até o momento a melhor adaptação do personagem é este CONAN, O BÁRBARO (CONAN THE BARBARIAN, 1982), produzido por Dino de Laurentiis e dirigido por John Millius. Porém, apesar do sucesso que ajudou a levar Arnold Schwarzenegger ao estrelato, na época o filme não teve uma recepção muito boa junto à crítica, mais acostumada aos filmes de fantasia leves. Continuar lendo “Resenha: Conan, O Bárbaro (Blu-ray)”