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Resenha: Gamer


gamer-filme-1Título Original: GAMER
Duração: 95 min.
Lançamento (EUA): 2009
Distribuição: Imagem Filmes
Direção: Brian Taylor, Mark Neveldine
Roteiro: Brian Taylor, Mark Neveldine
Produção: Gary Lucchesi, Richard S. Wright, Skip Williamson
Fotografia: Ekkehart Pollack
Efeitos Especiais: LOOK Effects! / Furious FX / Gradient Effects / Luma Pictures / yU+Co. / Duran Duboi / Sub/Par Pix / Tinsley Transfers
Edição: Peter Amundson, Fernando Villena e Doobie White
Música: Robb Williamson, Geoff Zanelli
Figurino: Alix Friedberg
Elenco: Gerard Butler, Milo Ventimiglia, John Leguizamo, Alison Lohman, Michael C. Hall, Logan Lerman, Terry Crews

Vocês se lembram do filme O Sobrevivente de 1987, com Arnold Schwarzenegger? Pois bem! Para os que não lembram, o filme conta a história de prisioneiros que, para conseguir o perdão, devem participar de um game (reality show) de TV onde são perseguidos por gladiadores sanguinários.

Em Gamer a história não muda muito – o diferencial é que quem controla os personagens são pessoas comuns, que pagaram para obter um acesso na internet e assim controlar as pessoas (reais). O filme é uma mistura de O Sobrevivente com o jogo The Sims e, mesmo não gostando do game, consegui entender a idéia do diretor. Fui ao cinema sem expectativa nenhuma e saí da sala com alguns elogios a tecer – visto que vivemos hoje em um mundo onde o virtual se mistura em demasia com a realidade.

Este thriller de ação e suspense é passado num futuro próximo, quando tanto o jogo como o entretenimento evoluíram para um híbrido novo e aterrorizante. Humanos controlam outros humanos em jogos online em massa e com múltiplos jogadores: pessoas jogam pessoas… para sempre. A tecnologia de controle da mente está disseminada e, no centro dos controvertidos jogos, está seu criador, o bilionário recluso Ken Castle (Michael C. Hall, de Dexter). O mais recente fruto de sua imaginação, o jogo de tiro em primeira pessoa Slayers, permite que milhões realizem suas fantasias mais selvagens online em frente de uma plateia global, usando prisioneiros reais como avatares com os quais lutam até a morte.

Entretando, Kable (Gerard Butler, de 300), consegue realizar um feito nunca antes realizado, ficar a poucas partidas de sua liberação e seu perdão. Mas isso não é graças à destreza de seu controlador, mas, do delay que existe entre o virtual e o real, o que permite a Kable colocar suas habilidades humanas em prática. Nessa história que mostra a vontade que o homem tem pelo poder e as atrocidades que podemos cometer por ele, você encontrará elementos claros da sociedade atual e de como o sedentarismo e o conformismo pode nos tornar verdadeiros bonecos nas mãos de quem, de fato, detêm o poder.

Repleto de explosões e ação este longa, que estreou hoje, agradará a muitos e desagradará a muitos também. Eu, que fui ao cinema com expectativa ZERO, acabei gostando de alguns elementos desse filme que, no meu ponto de vista, terá melhor repercussão junto aos adolescentes. Boa diversão!

Lucas Vandanezi
Resenha publicada originalmente no ScoreTrack.net

2 comentários em “Resenha: Gamer

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