HÉRCULES e XENA – Unidos Contra o Mal

Os protagonistas de Xena: A Princesa Guerreira e Hércules

O SEMIDEUS
Em tempos mitológicos, bem antes do apogeu da Grécia Antiga e de Roma, os homens viviam sob o jugo de cruéis e volúveis Deuses. Para defendê-los surge Hércules, filho de Zeus, e da mortal Alcmene. Sua força sobre-humana é igualada somente por sua bondade e justiça. Em suas jornadas ele combate mortais, deuses e aterrorizantes seres, a quem derrota não somente com sua força, mas também com coragem e raciocínio. Entre seus inimigos está sua própria madrasta Hera, Rainha dos Deuses , que o vê como uma constante e viva lembrança da infidelidade de Zeus.

Esta era a premissa básica de Hércules (Hercules: The Legendary Journeys, 1995-1999), série com Kevin Sorbo no papel título. A partir de cinco longa metragens do projeto Action Pack da Universal, que chegaram a ser lançados em vídeo no Brasil, na época do VHS, a série produzida por Sam Raimi (Darkman, trilogia Evil Dead, Trilogia Homem-Aranha) e Robert Tapert (O Alvo, Timecop) foi lançada pela MCA TV em Janeiro 1995, e em pouco tempo já estava disputando os primeiros lugares de audiência com Arquivo X e Plantão Médico. Nos longas, Hércules era frequentemente aconselhado por seu pai, Zeus (Anthony Quinn), e retornava de suas aventuras para os braços da bela esposa Deianeira (Tawny Kitaen), que conhecera em Hércules e o Círculo de Fogo, e seus três filhos.

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POWER RANGERS e a polêmica reciclagem dos Tokus

Mighty Morphin Power Rangers

Veremos a seguir como surgiu Power Rangers, série dos EUA que utiliza material das séries japonesas tokusatsu. Embora em suas várias encarnações faça sucesso mundial, ela tem muitos detratores no Brasil. De acordo com a Wikipedia:

Haim Saban, nascido em Alexandria, Egito, empresário e compositor de diversos temas de séries e desenhos animados de muito sucesso nos EUA e na França, é o responsável pelo advento da franquia. Na década de 1980, Saban já tinha levado a série Super Sentai Choudenshi Bioman para a França, obtendo muito sucesso. Logo depois, o empresário tentou levar Bioman para a TV americana, mas não houve interesse por parte dos produtores.

Já na década de 1990, Saban fundou seu próprio estúdio e adquiriu com a produtora Toei os direitos do Sentai Kyoryu Sentai Zyuranger (1992 – 1993) para os EUA, aproveitando o tema de dinossauros da série, em voga na época devido ao filme Jurassic Park. O elenco que personificava os heróis em roupas civis foi trocado por atores norte-americanos e o seriado, rebatizado para Mighty Morphin Power RangersAlém disso, os próprios episódios foram reescritos para dar à série um tom maior de comédia. “Reescritos” não é bem a palavra: os roteiros foram praticamente escritos do zero, aproveitando do original apenas algumas cenas de luta. Saban argumentou que o mercado americano não aceitaria uma série com um elenco todo de japoneses, assim como a narrativa da série original.

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STAR WARS – THE CLONE WARS: 3ª Temporada

[SPOILERS] A terceira temporada da série animada The Clone Wars tem o subtítulo de “Segredos Revelados”, e realmente traz algumas revelações surpreendentes. A  temporada começa de forma sensacional com a duologia de Kamino.

Vemos a Mestra Jedi Shaak Ti supervisionando o treinamento dos clones em Kamino. O episodio é centrado nos clones vistos em “Rookies”, da primeira temporada. No segundo episódio o general Grievous faz um grande ataque contra Kamino. Anakin e Kenobi, junto com a Legião 501, são enviados para defender o planeta. Temos os duelos de Kenobi x Grievous e de Anakin x Ventress.

A temporada tem algumas participações especiais, como Cad Bane, Ziro, Jabba, Greedo, Saesee Teen, Tarkin, Chewbacca, Shaak Ti, Quinlan Vos, Qui Gon Jinn, Evenpiel e Barão Papanoida. Temos novos planetas como Nal Hutta, Dathomir, Kamino, Sereno e Alderaan entre outros. Asoka Tano, a partir do episódio dez, passa a lutar com dois sabres de luz. A jovem Jedi está ficando mais poderosa…

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Resenha: TERRA NOVA: 1×11 – Within

[SPOILERS] Estes últimos episódios de “Terra Nova” têm sido diferentes. E para melhor. Mas calma. A série não se tornou num “Breaking Bad” do dia para a noite. Nem de perto. Continua a ser povoada de personagens limitados (para ser simpático…), a ter alguns diálogos risíveis (“What you say can and will be used against you”) e a dispersar-se em plots secundários banais e desinteressantes. Porém, nestes últimos episódios conseguiu tornar a sua história mais compacta porque se passou a focar nos (poucos) pontos positivos que a série consegue ter: a sua mitologia e os seus melhores personagens (Taylor, Skie, Mira e Lucas).

Desta feita, e tal como no episódio anterior, o plot A foca-se no espião e na descoberta de quem ele (neste caso, ela) é na realidade. Foi bom que a questão tivesse sido resolvida de forma tão célere. No episódio anterior deram-nos a conhecer que a Skye (Allison Miller) é a espia e quais as razões que a levaram a tal atitude, mas decidiram manter essa informação escondida dos personagens. Neste, os personagens ficam a saber exactamente o que nós, espectadores, já sabíamos e isso permite a que a narrativa flua de forma mais aberta, não havendo aquela reacção natural de estarmos a revirar os olhos de cada vez que os personagens não se apercebem da verdade por um mero desencontro ou por simplesmente não estarem com atenção suficiente ou não serem suficientemente espertos. Assim, surge a oportunidade de que o foco sejam os dilemas resultantes da descoberta e a narrativa ganha com isso.

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Resenha: TERRA NOVA: 1×10 – Now You See Me

[SPOILERS] O mais recente episódio de “Terra Nova” é nova prova de que quanto mais a série desvia o seu foco da família Shannon melhores resultados consegue. O problema não é a tenra idade das personagens (o que não faltam são exemplos de boas séries/filmes cujos protagonistas são crianças ou adolescentes) mas sim a sua profundidade, que é praticamente zero. Isso reflecte-se claramente na linha de argumento deste episódio que envolve a Zoe (Alana Mansour) e o bebé dinossauro, em que, no final, surge todo o clã Shannon imerso em felicidade como se estivessem a pousar para uma fotografia de família, revelando-se novamente que nada mais são do que arquétipos de todas as famílias de todos os filmes de temática familiar que alguma vez possamos ter visto. Eles são demasiado comuns para despertarem algum interesse e quando os argumentistas os tentam revelar como sendo mais que isso acaba por aparentar a falso. Felizmente, este “Now You See Me” deixa os Shannon um pouco mais de lado (excepto o Jim, pois, afinal, ele ainda é o protagonista desta história) e dedica-se a aprofundar algumas das personagens secundárias, personagens essas que conseguem revelar-se como bem mais apelativas.

Voltamos a ter o Comandante Taylor (Stephen Lang) como um dos destaques, aquela que é claramente a personagem mais bem trabalhada neste série e, consequentemente, aquela cujo percurso melhores histórias permite. Desta feita, temo-lo durante quase todo o episódio acompanhado daquela que será uma das grandes antagonistas desta temporada, a Mira (Christine Adams). Só por si, a actriz já tem uma presença no ecrã carismática e enigmática o suficiente para facilmente me deixar interessado naquilo que ela tem para dizer. E, neste episódio, temos oportunidade de a conhecer um pouco mais a fundo.

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KAMEN RIDER DECADE

Kamen Rider Decade

Kamen Rider Decade é a penúltima série tokusatsu da franquia Kamen Rider (a última foi Kamen Rider W), com 31 episodios e três longa-metragens.

De acordo com a Wikipedia:

Kamen Rider Decade (em japonês: Kamen Raidā Dikeido, Masked Rider DCD) é uma série de televisão japonesa, sendo a décima-nona série da franquia Kamen Rider de séries de tokusatsu e a décima série exibida na era Heisei, comemorando os 10 anos das “Heisei Kamen Rider Series” (em japonês: Kamen Raidā Shirizu). Produzida pela Ishimori Productions e pela Toei Company, Kamen Rider Decade foi exibida pela TV Asahi de 25 de janeiro de 2009 a 6 de setembro do mesmo ano.

Esta série é diferente de todas as outras, pois Decade atravessa os mundos dos outros Kamen Riders, ora sendo aliado ou inimigo. Os principais vilões são: a organização Dai-Shocker, Apolo Geist e Shadow Moon. Existem os mistérios sobre a destruição dos mundos dos Raiders, e o papel de Decade no processo. Há também o mistério sobre Kamen Rider Diend, que age de forma dúbia em busca de tesouros.

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Resenha: TERRA NOVA: 1×09 – Vs.

[SPOILERS] Com o passar das semanas e o desenrolar da série, apesar de a ver votada a uma pobreza quase franciscana sempre tive esperança de que um dia “Terra Nova” mostrasse que realmente valera a pena o quase sacrifício que foi ver o desperdiçar de uma boa premissa episódio após episódio. E eis que, chegados ao nono episódio da temporada, a série finalmente revela algum do potencial que tem adormecido.

“Vs.” foi um episódio fabuloso? Não, longe disso. Mas foi uma melhoria em relação aos restantes? Sem dúvida. Pode não entrar para a história da televisão mas pode muito bem entrar para a história da série, seja por eventualmente marcar uma mudança de direcção (o que eu duvido, mas não há mal em ter esperança) ou, no mínimo dos mínimos, porque é a primeira amostra que esta série pode ser bem mais do que aquilo que tem mostrado ao longo dos episódios iniciais que marcam esta sua primeira (e possivelmente última) temporada.

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Resenha: TERRA NOVA: 1×08 – Proof

[SPOILERS] Boredom, thy name is “Terra Nova”. Hoje começo com uma proposta de um exercício: vejam um episódio de “Terra Nova” logo na terça-feira e tentem escrever uma crítica ao mesmo cinco dias depois. Acontece tanta coisa, mas tanta coisa, aborrecida, desinteressante e banal nesta série que passados cinco dias é difícil conseguir lembrar o que raio aconteceu no episódio.

O episódio arranca com um momento de cumplicidade entre o Jim (Jason O’Mara) e o Comandante Taylor (Stephen Lang). A fortificação da relação entre estes dois é algo que a série tem apostado e é das poucas coisas que até resultam em certa medida. Ambos estão à pesca e apanham o pior peixe feito em CGI de sempre! Os efeitos especiais são um dos principais elementos desta série mas parece que gastaram o dinheiro todo disponível para este episódio no Komodo e se esqueceram que tinham um peixe para desenhar… A última vez que me lembro de ver algo tão mau foi numa cena dum submarino a emergir da água, numa determinada série que já terminou e que se passava numa ilha.

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DEEP SPACE NINE: O “Velho Oeste” de Jornada nas Estrelas

[SPOILERS] Em 1991, com o sucesso extraordinário que a Nova Geração (TNG) fazia, a Paramount decidiu fazer um novo spin-off de Jornada nas Estrelas, e convocou o produtor Rick Berman. Berman havia chamado Michael Piller para lhe ajudar na nova produção (ambos já haviam trabalhado antes na Nova Geração), e isto mostrou ser uma decisão acertada pois foi idéia de Piller transpor a ação para uma estação espacial alienígena, criar personagens não-federados para haver conflitos (uma das regras criadas por Gene Roddenberry era que os personagens federados não podiam entrar em conflitos entre eles), e também trouxe os alienígenas cardassianos, ferenguis, bejorianos e trills (espécie simbionte) para a série.

Os personagens não-federados muito contribuíram para o sucesso da série Star Trek: Deep Space Nine (DS9, que estreou em 1993 nos Estados Unidos, sendo exibida em syndication), pois: Odo (Rene Auberjonois) é um transmorfo que já foi chefe de segurança na época da opressão cardassiana, Kira (Nana Visitor) já foi uma terrorista que enfrentava os cardassianos, Quark (Armin Shimerman) é um ferengui trambiqueiro dono de um bar, que vive se metendo em confusão, Garak (Andrew Robinson) é o cardassiano alfaite que ficou na estação após a retirada cardassiana (ao longo da série descobre-se que ele é mais do que aparenta ser) e Dukat (Marc Alaimo), que já foi o comandante, trará muitos problemas ao comandante Sisko (Avery Brooks).

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Resenha: TERRA NOVA: 1×07 – Nightfall

[SPOILERS] “Uh, I’ve been alone out here for so long, I’ve forgotten my manners. Thank you, thank you… for finally getting your act together and doing what you were sent here to do.” Respondam-me sinceramente: quantos de vocês desejaram que aquele meteorito fosse “o tal” ou não sendo “o tal” ter pelo menos dimensão suficiente para ter reduzido a Terra Nova a cinzas? Teria sido um descanso, não teria? Ora, apesar do meteorito não me ter dado o final feliz que eu desejava para esta série, trouxe pelo menos uma coisa: o melhor episódio desde o piloto. O que não é dizer muito, a bem da verdade, mas pronto, dêmos-lhe isso…

A queda de um meteorito na proximidade de Terra Nova e a onda de choque libertada pelo acontecimento são o ponto de partida para várias linhas narrativas. O problema é que, tal como se sucede vezes sem conta nesta série, as histórias que nos apresentam são inconsequentes e sem grande apelo. A Maddy (Naomi Scott) e o namorado ficam “presos” no meio duma floresta cheia de perigos? Vão para cima duma árvore durante um episódio inteiro. Um amigo da Skye (Allison Miller), praticamente nosso desconhecido mas que é como um irmão para ela, andou a ingerir algo que não devia? Passam o episódio quase todo a enrolar um parasita que o rapaz tem nos intestinos. O Jim e a Zoe ficam presos (outros…) numa sala virtual qualquer? Vamos arranjar maneira de dar algum destaque à miudinha criando um acesso ao exterior onde só alguém do seu tamanho consiga passar (e pior, pôr o pai a fazer a banda sonora de todo o momento). Devido a um pulso electromagnético toda a tecnologia de Terra Nova (incluindo as armas e veículos) é desactivada? Mas alguém duvidava que haveria uma pessoa qualquer em toda a colónia que facilmente resolveria a questão!?

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Resenha: TERRA NOVA: 1×06 – Bylaw

[SPOILERS] Welcome to “CSI: Terra Nova”. Murrrderrr! Se havia algo que fazia bastante falta a uma série que tão depressa já se deixara cair numa fórmula é sem dúvida deixar-se agora arrastar para outra, a dos típicos casos policiais que semanalmente se encontram por grande parte da programação da CBS (e de quase todos os outros canais, se bem que em menor dose).

Devo dizer que com toda a rebelião dos Sixers, e os problemas que eles têm levantado, fico um bocado incrédulo de que nunca até hoje tenha ocorrido um homicídio em “Terra Nova”, mas se o Comandante Taylor (Stephen Lang) assim o diz, quem sou eu para o contradizer?

Por isso, eis a história do primeiro homicídio em “Terra Nova”: quatro personagens que nunca antes vimos e às quais, consequentemente, não há qualquer ligação sentimental, são os protagonistas. Um usa um dinossauro para matar o outro (claro, só podia ser essa a arma de eleição!) por causa de dinheiro, mas quem escreveu este episódio, tal como qualquer mistério deve ser escrito, passa o tempo a desviar-nos a atenção para os outros dois intervenientes (um casal), e para a possibilidade de se tratar de um crime passional. O problema é que se nem toda a gente que não conheça já a estrutura deste tipo de história soubesse praticamente logo de início que o casal nada tinha a ver com o crime, então os sucessivos planos de câmara a revelarem a identidade de criminoso ao longo do episódio foram pistas mais que suficientes para desvendar este intrincadíssimo (!) caso.

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Resenha: TERRA NOVA: 1×05 – The Runaway

[SPOILERS] By the power vested in me, I now pronounce “Terra Nova” the “FlashForward” of 2011/2012 season. Nas recentes temporadas parece ser norma haver uma série de ficção científica a querer emular o sucesso recente de outras séries do género e que apesar de uma boa premissa, bons valores de produção, elenco competente e de gerar bastante buzz por essa internet fora criando expectativas para aquilo que pode vir a ser como produto televisivo, facilmente cai em desgraça assim que os seus episódios vão sendo revelados semana após semana. Dentro deste perfil encontramos “FlashForward” na temporada 2009/2010, depois “The Event” na temporada 2010/2011, e, nesta temporada, “Terra Nova”.

“Terra Nova”, tal como as outras duas séries referidas no parágrafo anterior, está a tornar-se um fardo (Vítor, vai-te preparando). Os valores de produção mantêm-se bons e o elenco continua com um desempenho bastante competente mas o aproveitamento da sua boa premissa tem sido limitado e as expectativas iniciais mutaram-se em suspiros de desapontamento. A história é, neste momento, frágil e nada do que a série quer enaltecer parece ter força suficiente para a levar a outro nível.

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Resenha: TERRA NOVA: 1×04 – What Remains

[SPOILERS] Brannon Braga e René Echevarria, os actuais showrunners de “Terra Nova”, têm um extenso background na ficção científica, nomeadamente dentro do franchise “Star Trek”. E se há algo de usual na ficção científica televisiva clássica são os episódios standalone, especialmente nos primeiros anos em que as séries se estão a estabelecer.

“Space 1999”, “Space: Above and Beyond”, “Quantum Leap”, “Babylon 5”, “Farscape”, “Sliders”, “The Twilight Zone”, “The Outer Limits”, “The X-Files”, “Stargate SG-1” e, claro, “Star Trek” e todas as suas descendentes (“Star Trek: The Next Generation”, “Star Trek: Deep Space Nine”, “Star Trek: Voyager” e “Star Trek: Enterprise”) são, sem qualquer dúvida, séries de ficção científica de referência. E, pasmem-se aqueles que ainda não tiveram oportunidade de ver as ditas, estão repletas, pejadas mesmo, de episódios standalone.

Claro que todas estas séries tiveram oportunidade de estabelecer as suas histórias e, ao longo do tempo, criar arcos e linhas de argumento mais abrangentes dentro de uma ou várias temporadas, algo que as tornou mais cativantes e lhes conseguiu angariar uma enorme legião de fãs, mas a existência de episódios standalone sempre lhe foi intrínseca.

Porém, os tempos eram outros. Hoje não há paciência para episódios fechados (e eu sou uma dessas pessoas que facilmente perde o entusiasmo com fórmulas) e os públicos anseiam por episódios em que a história seja contínua entre eles e que não haja distracções com “monstros/mistérios da semana”. E, para mal dos seus próprios pecados (pois ao alienar a audiência perde espectadores e uma série de elevados custos como esta necessita de público ou está condenada ao cancelamento), é exactamente isso que “Terra Nova” está a fazer neste momento.

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Resenha: TERRA NOVA: 1×03 – Instinct

[SPOILERS]The Birds” (1963) é um dos filmes mais conhecidos do mestre do suspense Alfred Hitchcock. Pessoalmente, não é dos meus favoritos do grande mestre, mas não há qualquer dúvida que é uma obra que marcou história do cinema de suspense e que ainda hoje serve como referência a muitas outras histórias que se querem contar.

Tenha sido propositado ou não, a verdade é que a primeira referência que me veio à memória assim que o terceiro episódio de “Terra Nova” se começou a desenrolar e me apercebi por que caminhos a história se estava a preparar para seguir foi exactamente o “The Birds”, ou até mesmo qualquer outro filme da longa lista do género (em que os animais decidem atacar os seres humanos sem, pelo menos inicialmente, uma aparente razão), mas especialmente o “The Birds” pelas semelhanças óbvias em termos da aparência do animal (ou grupo de animais) que protagoniza os ataques. Isto para dizer: been there, seen that. Nada de muito original por aqui.

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ALIAS: O Segredo de Rambaldi

Foto do elenco da primeira temporada de Alias

[SPOILERS] Com toques sci fi e de espionagem, a série Alias, criada por J. J. Abrams (Lost, Fringe, Star Trek), estreou nos Estados Unidos em 2001, pela ABC, mostrando as aventuras de Sydney Bristow (Jennifer Garner), uma universitária que trabalha para uma agência secreta, a SD-6. No piloto, Sydney, conta para o seu noivo a verdade sobre o seu trabalho, e o Diretor da SD-6 Arvin Sloane (Ron Rifkin) descobre o fato e ordena a morte do rapaz. O amigo jornalista de Sydney, Will Tippin (Bradley Cooper), também acaba descobrindo a verdade sobre a SD-6, enquanto quando investigava a morte de Danny (o noivo da Sidney). O detalhe é que a SD-6, tida pela maioria de seus funcionários como um braço da CIA, na verdade faz parte de uma organização criminosa a serviço da Aliança dos Doze, comandada por empresários e ex-agentes da CIA e KGB.

Sydney descobre que seu pai, Jack (Victor Garber), que também trabalha na SD-6, é um agente da CIA tentando descobrir meios de destruir a agência secreta falsa. Ela também passa a trabalhar para a CIA como agente dupla, infiltrada na SD-6. Além de Sydney, Jack e Sloane, na sua temporada inicial a série traz como personagens principais Marshal (Kevin Weisman, o hacker e especialista em tecnologia da SD-6), Dixon (Carl Lumbly, agente da SD-6 e parceiro de Sydney nas missões), Vaughn (Michael Vartan, agente da CIA e contato de Sidney, por quem ela se apaixona), Weiss (Greg Gunnberg, agente da CIA e melhor amigo de Vaugh) e Sark (David Anders, terrorista free lancer que se junta à SD-6).Vemos que a maior parte das missões, que levam Sydney a diversos locais do globo, inclusive ao Brasil, giram em torno dos artefatos de Milo Rambaldi (fictício gênio do século 15 que é uma mistura Leonardo da Vinci e Nostradamus), que são muito avançados mesmo tendo sido criados há 500 anos.

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