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HEMLOCK GROVE renovada para a 2ª Temporada

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A série original da Netflix Hemlock Grove foi renovada para a segunda temporada, que diferentemente da primeira, que foi composta por 13 episódios, terá 10 episódios que serão disponibilizados ano que vem, em data ainda indeterminada. A nova temporada terá um novo produtor executivo, Charles Eglee.

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Veja o novo cartaz de HEMLOCK GROVE

Hemlock-GroveA série original da Netflix Hemlock Grove terá os 13 episódios de sua primeira temporada lançados online no próximo dia 19 de abril, inclusive no Brasil: Continuar lendo

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Vem aí HEMLOCK GROVE (ATUALIZADO)

ATUALIZADO em 26/11/2012 com a primeira imagem oficial da série original da Netflix Hemlock Grove, com os atores Bill Skarsgård e Landon Liboiron:

ATUALIZADO em 26/09/2012 com o primeiro cartaz da série:

Famke Janssen

Famke Janssen

E o site de video on demand Netflix continua investindo em séries originais. Baseada em um livro de Brian McGreevy, Hemlock Grove, que terá 13 episódios em sua primeira temporada, é ambientada na homônima cidade da Pensilvânia dominada pela família Godfrey, que mantinha uma fábrica de aço na região. Com a crise econômica, a família passa a se dedicar à biotecnologia, montando laboratórios localizados em áreas secretas da fábrica abandonada para realizar experiências em seres vivos. A trama começa quando o cadáver de uma jovem assassinada é descoberto, e logo se suspeita que o responsável seja uma criatura que escapou de um dos laboratórios. As suspeitas também recaem sobre Peter, um cigano adolescente que conta aos amigos que é um lobisomem, sobre Roman (Bill Skarsgard), cuja irmã tem uma estranha deformidade, e a sua bela mãe, Olívia (Famke Janssen). Aaron Douglas (Battlestar Galactica) interpreta o Xerife Sworn, que investiga o assassinato da jovem. O piloto da série, dirigido por Eli Roth, deverá ser disponibilizado pelo Netflix somente em 2013.

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Resenha: TERRA NOVA: 1×12 – Occupation e 1×13 – Resistance

[SPOILERS] “Terra Nova” já despediu-se dos ecrãs norte-americanos (sendo que no Brasil e por cá em Portugal, concretamente na TVI, ainda deve durar mais umas semanas) e apesar de deixar a porta aberta para uma hipotética segunda temporada, cuja concretização é difícil mas não impossível, fecha com relativo sucesso esta sua primeira época (uma época de altos e baixos, é certo).

A verdade é que “Terra Nova” começou insonsa, caiu para o intragável e, na recta final, tornou-se agridoce, tendo conseguido ofuscar mas não livrar-se (daí o agridoce) de algumas limitações (como o fraco desenvolvimento da maior parte dos seus personagens e os plots secundários banais ou demasiado infantis) a partir do momento em que focou as suas atenções na mitologia, a qual, não sendo prodigiosa, é claramente a maior força da série. A grande dúvida agora será se, caso ganhe a tal ansiada segunda temporada, conseguirá aproveitar os avanços destes últimos episódios e utilizá-los como base para definir o caminho que quer percorrer e finalmente estabelecer-se como a série que muita gente quer que ela tivesse sido desde o início.

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Resenha: TERRA NOVA: 1×10 – Now You See Me

[SPOILERS] O mais recente episódio de “Terra Nova” é nova prova de que quanto mais a série desvia o seu foco da família Shannon melhores resultados consegue. O problema não é a tenra idade das personagens (o que não faltam são exemplos de boas séries/filmes cujos protagonistas são crianças ou adolescentes) mas sim a sua profundidade, que é praticamente zero. Isso reflecte-se claramente na linha de argumento deste episódio que envolve a Zoe (Alana Mansour) e o bebé dinossauro, em que, no final, surge todo o clã Shannon imerso em felicidade como se estivessem a pousar para uma fotografia de família, revelando-se novamente que nada mais são do que arquétipos de todas as famílias de todos os filmes de temática familiar que alguma vez possamos ter visto. Eles são demasiado comuns para despertarem algum interesse e quando os argumentistas os tentam revelar como sendo mais que isso acaba por aparentar a falso. Felizmente, este “Now You See Me” deixa os Shannon um pouco mais de lado (excepto o Jim, pois, afinal, ele ainda é o protagonista desta história) e dedica-se a aprofundar algumas das personagens secundárias, personagens essas que conseguem revelar-se como bem mais apelativas.

Voltamos a ter o Comandante Taylor (Stephen Lang) como um dos destaques, aquela que é claramente a personagem mais bem trabalhada neste série e, consequentemente, aquela cujo percurso melhores histórias permite. Desta feita, temo-lo durante quase todo o episódio acompanhado daquela que será uma das grandes antagonistas desta temporada, a Mira (Christine Adams). Só por si, a actriz já tem uma presença no ecrã carismática e enigmática o suficiente para facilmente me deixar interessado naquilo que ela tem para dizer. E, neste episódio, temos oportunidade de a conhecer um pouco mais a fundo.

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Resenha: TERRA NOVA: 1×08 – Proof

[SPOILERS] Boredom, thy name is “Terra Nova”. Hoje começo com uma proposta de um exercício: vejam um episódio de “Terra Nova” logo na terça-feira e tentem escrever uma crítica ao mesmo cinco dias depois. Acontece tanta coisa, mas tanta coisa, aborrecida, desinteressante e banal nesta série que passados cinco dias é difícil conseguir lembrar o que raio aconteceu no episódio.

O episódio arranca com um momento de cumplicidade entre o Jim (Jason O’Mara) e o Comandante Taylor (Stephen Lang). A fortificação da relação entre estes dois é algo que a série tem apostado e é das poucas coisas que até resultam em certa medida. Ambos estão à pesca e apanham o pior peixe feito em CGI de sempre! Os efeitos especiais são um dos principais elementos desta série mas parece que gastaram o dinheiro todo disponível para este episódio no Komodo e se esqueceram que tinham um peixe para desenhar… A última vez que me lembro de ver algo tão mau foi numa cena dum submarino a emergir da água, numa determinada série que já terminou e que se passava numa ilha.

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Resenha: TERRA NOVA: 1×06 – Bylaw

[SPOILERS] Welcome to “CSI: Terra Nova”. Murrrderrr! Se havia algo que fazia bastante falta a uma série que tão depressa já se deixara cair numa fórmula é sem dúvida deixar-se agora arrastar para outra, a dos típicos casos policiais que semanalmente se encontram por grande parte da programação da CBS (e de quase todos os outros canais, se bem que em menor dose).

Devo dizer que com toda a rebelião dos Sixers, e os problemas que eles têm levantado, fico um bocado incrédulo de que nunca até hoje tenha ocorrido um homicídio em “Terra Nova”, mas se o Comandante Taylor (Stephen Lang) assim o diz, quem sou eu para o contradizer?

Por isso, eis a história do primeiro homicídio em “Terra Nova”: quatro personagens que nunca antes vimos e às quais, consequentemente, não há qualquer ligação sentimental, são os protagonistas. Um usa um dinossauro para matar o outro (claro, só podia ser essa a arma de eleição!) por causa de dinheiro, mas quem escreveu este episódio, tal como qualquer mistério deve ser escrito, passa o tempo a desviar-nos a atenção para os outros dois intervenientes (um casal), e para a possibilidade de se tratar de um crime passional. O problema é que se nem toda a gente que não conheça já a estrutura deste tipo de história soubesse praticamente logo de início que o casal nada tinha a ver com o crime, então os sucessivos planos de câmara a revelarem a identidade de criminoso ao longo do episódio foram pistas mais que suficientes para desvendar este intrincadíssimo (!) caso.

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Resenha: TERRA NOVA: 1×04 – What Remains

[SPOILERS] Brannon Braga e René Echevarria, os actuais showrunners de “Terra Nova”, têm um extenso background na ficção científica, nomeadamente dentro do franchise “Star Trek”. E se há algo de usual na ficção científica televisiva clássica são os episódios standalone, especialmente nos primeiros anos em que as séries se estão a estabelecer.

“Space 1999”, “Space: Above and Beyond”, “Quantum Leap”, “Babylon 5”, “Farscape”, “Sliders”, “The Twilight Zone”, “The Outer Limits”, “The X-Files”, “Stargate SG-1” e, claro, “Star Trek” e todas as suas descendentes (“Star Trek: The Next Generation”, “Star Trek: Deep Space Nine”, “Star Trek: Voyager” e “Star Trek: Enterprise”) são, sem qualquer dúvida, séries de ficção científica de referência. E, pasmem-se aqueles que ainda não tiveram oportunidade de ver as ditas, estão repletas, pejadas mesmo, de episódios standalone.

Claro que todas estas séries tiveram oportunidade de estabelecer as suas histórias e, ao longo do tempo, criar arcos e linhas de argumento mais abrangentes dentro de uma ou várias temporadas, algo que as tornou mais cativantes e lhes conseguiu angariar uma enorme legião de fãs, mas a existência de episódios standalone sempre lhe foi intrínseca.

Porém, os tempos eram outros. Hoje não há paciência para episódios fechados (e eu sou uma dessas pessoas que facilmente perde o entusiasmo com fórmulas) e os públicos anseiam por episódios em que a história seja contínua entre eles e que não haja distracções com “monstros/mistérios da semana”. E, para mal dos seus próprios pecados (pois ao alienar a audiência perde espectadores e uma série de elevados custos como esta necessita de público ou está condenada ao cancelamento), é exactamente isso que “Terra Nova” está a fazer neste momento.

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Terra Nova: assista a um novo featurette de bastidores

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