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2015 – Vem aí o maior duelo da história do Cinema

Whedon, Abrams e Snyder poderão duelar em 2015

Whedon, Abrams e Snyder poderão duelar em 2015

Em 2015, poderá ocorrer nas bilheterias o maior duelo da história do cinema, caso se confirmem a estreia de Liga da Justiça, Os Vingadores 2, Star Wars: Episódio VII e Piratas do Caribe 5.

Os Vingadores 2, a exemplo do primeiro, terá a direção e roteiro de Joss Whedon (Buffy, Angel, Dollhouse), e se especula que os heróis, que deverão ter o reforço dos irmãos Feiticeira Escarlate e Mercúrio, enfrentarão o vilão Thanos. O sucesso é garantido, podendo até superar a bilheteria do filme original. As filmagens devem começar em 2014.

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Marvel X DC: O Duelo de 2013

Marvel x DC 2013

O duelo cinematográfico Marvel x DC Comics de 2012 teve um empate, pois Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge foi o melhor filme, mas Os Vingadores teve a maior bilheteria. Confira no link http://boxofficemojo.com/showdowns/chart/?id=topsuperhero.htm.

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Ciência e Ficção: O Sabre de Luz de STAR WARS é possível?

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Ciência e Ficção: Realidade x Ficção Científica

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Ciência e Ficção: EU SOU A LENDA – Zumbis e a cura do Câncer

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Videogames no Cinema

Mortal Kombat (filme)

No inicio dos anos 1990 começaram a chegar às telas os filmes baseados em videogames de sucesso. A maioria dos primeiros filmes eram fracos, mas alguns tinham ótimas produções. Dessa safra vieram Super Mario Bros, Double Dragon, Street Fighter e Mortal Kombat 1 e 2.

Super Mario Bros (1993) era totalmente ruim, assim como Double Dragon. Ambos tinham pouca coisa em comum com os jogos de origem. Robert Patrick (T-1000 de Exterminador do Futuro 2 e John Dogget de Arquivo X ) foi o vilão de Double Dragon.

Street Fighter – O Filme (1994) foi mediano, e teve no elenco Raul Julia (em seu último filme antes de falecer) e Jean-Claude Van Damme, à época no auge do sucesso. O enredo fazia sentido e a maioria das lutas eram legais. Mas é Mortal Kombat (1995), do diretor Paul. W. S. Anderso, sem dúvida, o grande destaque da safra. Foi filmado na Tailândia, e o enredo segue à risca a trama do jogo. A caracterização dos personagens e as lutas, especialmente de Sub-Zero, Scorpion e Reptile, são ótimas. Christopher Lambert (Highlander) interpretou o deus do trovão Rayden.

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Ciência e Ficção: A Ciência de MINORITY REPORT

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Ciência e Ficção: A Ciência de HOMENS DE PRETO

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Ciência e Ficção: A Tecnologia de EU, ROBÔ

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Ciência e Ficção: GATTACA – Genética e Eugenia

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Ciência e Ficção: JURASSIC PARK – Clonagem de dinossauros / A Teoria do Caos

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Os Borgs de JORNADA NAS ESTRELAS: Desvendando a Coletividade

Locutus

A civilização Borg possui milhares de anos, e teve seu primeiro contato com os povos do quadrante Alfa em 2355, quando assimilaram exobiologistas da Federação, que pesquisavam a lenda Borg. A Federação já sabia da existência dos Borgs desde a época da Enterprise-B, quando alguns sobreviventes El-Aurianos foram resgatados (Jornadas nas Estrelas – Gerações). Os El-Aurianos viviam num planeta situado entre os quadrantes alfa e delta. A Enterprise-NX em 2152 enfrentou os Borgs, mas não chegaram a descobrir quem eles eram,ou de onde vieram. Esses Borgs haviam viajado no tempo para impedir o primeiro contato em 2063, mas foram detidos pela Enteprise-E (Jornada nas Estrelas – Primeiro Contato).

A coletividade Borg consiste de nanossondas implantadas durante o processo de assimilação, que mudam o DNA e permitem depois o implante das partes cibernéticas. Dessa fusão surge a consciência coletiva, onde os conhecimentos e lembranças podem ser acessados por todos os zangões Borgs. Os Borgs organizam-se como uma colmeia, e cada zangão tem uma função. A Rainha Borg controla a coletividade. Quando um Borg não pode ser reparado, ele é desconectado da coletividade, mas todo o seu conhecimento continua existindo dentro da coletividade. Mas a Rainha é uma exceção, pois quando o corpo de uma rainha é destruído seu conhecimento é enviado para outro corpo, e continua comandando a coletividade. Foi confirmado no longa Jornada nas Estrelas – Primeiro Contato que Jean Luc Picard conhecia a Rainha Borg, desde o primeiro ataque à Terra em 2365. Também vemos que a Capitã Janeway, da Voyager, bem como Sete de Nove, conhecem a mesma rainha,no Quadrante Delta.

Devido a implantes que não puderam ser removidos, Picard e Sete de Nove podiam acessar parcialmente o conhecimento da coletividade Borg. Em 2369, o o androide positrônico Lore comandou uma colmeia Borg, que estava desconectada da coletividade, e atacou a Federação. Esses zangões haviam adquirido individualidade parcial, e Lore aguçou os instintos agressivos que estavam reprimidos. Os zangões haviam reconhecido Lore como um líder, apesar dele ter um cérebro artificial, enquanto os Borgs, de certa forma, possuem um cérebro misto (orgânico e cibernético). O androide positrônico Data, em 2365, conseguiu se conectar com o zangão Locutus (Picard) para acessar a coletividade Borg de um cubo. Na ocasião o cérebro artificial de Data trocou informações com os milhares de cérebros daquela coletividade.

Em 2376 Janeway e Sete de Nove conseguiram libertar milhares de zangões da coletividade (episódio Unimatrix Zero, de Voyager), e eles vão se tornando indivíduos novamente. Vemos nesse confronto que a Rainha pode até acionar a destruição de outras naves da coletividade. Embora os Borgs componham uma sociedade baseada em consciência coletiva, a Rainha parece ter alguma autonomia, já que outros zangões não a comandam. Isso fica claro tanto em Primeiro Contato como em “Unimatrix Zero”. A Rainha é o único ser consciente dentro da coletividade, já que os seres assimilados ficam com sua consciência real dormente e suprimida dentro da Unimatrix, que é uma realidade virtual similar à vista na trilogia Matrix (1999 a 2003).

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Trilogia do CAVALEIRO DAS TREVAS se encerra com o melhor filme do Batman em todos os tempos

The-Dark-Knight-Rises-7

[SPOILERS] Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge foi o melhor filme de quadrinhos de 2012, e não só isso: foi o melhor filme do Batman da história, e que ultrapassou a bilheteria do anterior. Sua trama claramente utiliza elementos das sagas dos quadrinhos A Queda do Morcego, Terremoto e Terra de Ninguém.

John Blake, o personagem de Joseph Gordon-Levitt, é uma mistura dos Robins Dick Graison (Asa Noturna) e Jason Todd (Capuz Vermelho). Algumas das reviravoltas do filme são previsiveis para quem acompanha as HQs de Batman, mas Nolan as coloca de forma impactante. A cena de Bane (Tom Hardy) quebrando Batman (Christian Bale) é de arrepiar os fãs do morcegão. A luta final entre eles tambem é divertida, embora menos impressionante.

Além do vilão Bane, O Cavaleiro das Trevas Ressurge introduz na trilogia de Nolan outro personagem icônico dos quadrinhos – Selina Kyle, a Mulher-Gato, agora vivida por Anne Hathaway. Na opinião do diretor, deveriam fazer um filme solo de “Anne Hathaway como Mulher-Gato”. Diria que o publico concorda com isso, até para esquecer do desastroso filme de 2004 protagonizado por Halle Berry. Convenhamos que a presença da linda Hathaway é bem vinda em qualquer filme, ainda mais como a sensual gatuna.

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JORNADA NAS ESTRELAS – ENTERPRISE: UMA BOA IDEIA MAL UTILIZADA?

Em 2001 estreou nos Estados Unidos, na rede de TV UPN, a série Star Trek: Enterprise, criada por Rick Berman e Brannon Braga e baseada em Jornada nas Estrelas, de Gene Roddenberry. A expectativa era de que mais esta série derivada da Série Original repetisse os êxitos (maiores ou menores) de suas antecessoras, as spin-offs A Nova Geração, Deep Space Nine e Voyager, cada uma com sete temporadas produzidas.

O detalhe é que Enterprise nasceu em pleno desgaste da franquia, que estava ininterruptamente na TV desde 1987, e nos cinemas com longas metragens lançados a partir de 1979. Além disso, os produtores e a UPN tentaram passar a idéia de que na série, ambientada no século anterior à da Série Original, seria mostrado o surgimento da Federação dos Planetas Unidos. Porém, o piloto foi todo focado em uma tal “Guerra Fria Temporal”, uma trama considerada pelos fãs mais radicais fraca e insustentável, e que acabou afastando boa parte de seu público potencial.

A NX-01

A série começa no ano terrestre de 2151 (a época de Kirk como capitão da Enterprise NCC-1701 inicia em 2264), com o lançamento da Enterprise NX-01, sob protestos dos Vulcanos, que consideravam os humanos despreparados para missões de longo alcance no espaço. Tivemos diversas inovações, a principal o fato da série situar-se no século 22, num período pré-Federação. A nave, comandada pelo Capitão Jonathan Archer (Scott Bakula) só chegava à dobra 5, a tecnologia do teletransporte era recente, e usada apenas para transportar carga. Só em momentos extremos os tripulantes eram teletransportados. A nave não possuía raio trator, e pelo menos na primeira temporada, nem tampouco canhões phasers ou torpedos fotônicos. Também merece ser destacado o fato de que foi a primeira série de Jornada nas Estrelas a ser exibida no formato widescreen (posteriormente foi inclusive dispensado o uso de filme, passando a ser utilizadas câmeras de vídeo de alta definição).

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G.I. JOE: A ORIGEM DE COBRA

G.I. Joe: The Rise of Cobra

G.I. Joe: A Origem de Cobra  é baseado nos brinquedos da Hasbro e na série animada dos anos 1980, que no Brasil receberam o nome de Comandos em Ação. A Hasbro decidiu fazer um filme baseado nos G.I. Joe devido ao sucesso de Transformers, também baseado em uma franquia de sua propriedade, em 2007.

Lançado em 2009, G.I. Joe revelou ser o melhor filme do diretor Stephen Sommers (A Múmia), e devido ao sucesso  terá uma continuação em 2013, G.I. Joe 2: Retaliação, dessa vez dirigida por Jon M. Chu. Na trama, os G.I. Joe são um exército internacional com armas de alta tecnologia, que combate ameaças globais entre elas a organização terrorista de Destro (Christopher Eccleston, de Doctor Who).

O filme gira em torno de Duke (Channing Tatum) e seu relacionamento com a vilã Baronesa (a linda Sienna Miller), e vemos em flashbacks  a origem de personagens como Snake Eyes (Ray Park, o Darth Maul de Star Wars Episódio I, que também participou de X-Men e Heroes).

Rachel Nichols (Alias, Continuum) interpreta  Scarlett, enquanto Joseph Gordon-Lewitt (A Origem, Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge) faz o vilão Cobra, que aparece inicialmente como um cientista e mais tarde assume o poder da organização. Dennis Quaid interpreta o General Hawk, e Brendan Fraser (o ator preferido do diretor) faz uma ponta.

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STAR WARS – THE CLONE WARS: 4ª Temporada

[SPOILERS] A quarta temporada de Star Wars – The Clone Wars tem o subtitulo “Battle Lines” (Frentes de Batalha), sendo que os primeiros episódios compõem a trilogia Mon Calamari. Os Separatistas aliam-se aos Quarrens, e desencadeiam uma guerra planetária entre os dois povos. Temos a participação de Anakin, Asohka, Rex, Padme, Kit Fisto, Jar Jar Binks e Ackbar. A primeira batalha no planeta foi mostrada no Clone Wars 2D, tendo apenas o Jedi Kit Fisto.

Os episódios 5 e 6 são a dulogia dos dróides, onde vemos R2-D2 e C-3P0 em algumas aventuras. Temos as participações de Plo Koon, Adi Galia e o General Grievous.

Na quadrilogia de Umbara (episódios 7, 8, 9 e 10) vemos a batalha mais feroz da temporada, e até o momento de toda a série. Os umbarans estavam apenas defendendo seu planeta, e vemos pela primeira vez os clones agindo de forma equivalente à do Império. A batalha evoca a mesma atmosfera da guerra do Vietnã, já que os Umbarans se escondem nas florestas para atacar. Os episódios são mostrados do ponto de vista dos clones, mais especificamente pela visão de Rex (Legião 501). Enquanto Kenobi, com a legião 512, enfrenta os exercitos separatistas, cabe ao general Krell (luta com quatro sabres de luz) enfrentar as milícias umbarans. Krell trata os clones como inferiores, o que gera desconfiança e até atritos entre eles, que passam a desobedecer as ordens do general. Rex descobre que o Jedi Krell havia sucumbido ao Lado Negro, e se tornado inimigo. A única alternativa dos clones passa a ser eliminar o Jedi. Continuar lendo

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