Cenas de nudez provocam polêmica na estreia da 2ª temporada de SHERLOCK

Lara Pulver como Irene Adler

A exibição no último domingo do episódio “A Scandal in Belgravia”, na estreia da 2ª temporada da elogiada série Sherlock, provocou polêmica entre os espectadores britânicos. Isso porque em boa parte do episódio a atriz Lara Pulver, que interpreta a personagem Irene Adler (que nesta versão de Steven Moffat e Mark Gatiss revela ser uma Dominatrix) passa boa parte do tempo nua em companhia de Sherlock Holmes (Benedict Cumberbatch). Cenas de nudez não são incomuns na BBC, porém elas sempre são reservadas para após as 21h, quando a emissora exibe seu conteúdo mais adulto. Porém, as cenas de Lara “em pelo” foram ao ar às 20h35min, e em resposta às críticas a BBC disse que elas não são apelativas e definem a sexualidade do detetive, rebatendo assim as especulações de que Sherlock e Watson (Martin Freeman) seriam um casal homossexual. Confira abaixo mais algumas imagens do polêmico episódio e julgue por si mesmo: Continue lendo

Vem aí LOOPER

O diretor Rian Johnson e a máquina do tempo de Looper

Looper é um thriller sci fi futurista dirigido por Rian Johnson, no qual a Máfia descobre a maneira ideal de eliminar suas vítimas – usar uma máquina do tempo para enviá-las 30 anos no passado, onde um Looper (assassino especializado neste tipo de crime) as espera para matá-las. Joseph Gordon-Levitt (A Origem) interpreta o Looper Joe, que tem uma grande surpresa ao descobrir que sua próxima vítima é ele mesmo, 30 anos mais velho (Bruce Willis). O jovem Joe não tem coragem de matar sua versão do futuro e permite que ela escape, o que obviamente trará graves consequências. Além de Gordon-Levitt e Willis, o elenco do filme também conta com Emily Blunt, Jeff Daniels, Paul Dano e Garrett Dillahunt. Looper estreia nos EUA dia 28 de setembro de 2012.

Resenha: IMORTAIS

IMORTAIS (Immortals, EUA, 2011)
Gênero: Aventura
Duração: 110 min.
Elenco: Henry Cavill, Stephen Dorff, Isabel Lucas, Freida Pinto, Luke Evans, Kellan Lutz, John Hurt, Mickey Rourke
Roteiro: Charles Parlapanides, Vlas Parlapanides
Trilha Sonora: Trevor Morris
Direção: Tarsem Singh
Cotação: ***

Depois do fracasso de TRÓIA, Hollywood ficou com um pé atrás em relação a filmes épicos. No entanto, 300, embora esteja longe de ser um grande filme, mostrou que era possível utilizar a tecnologia de computação gráfica para baratear os custos, mesmo que isso prejudicasse o realismo das produções. No caso de 300, esse artificialismo dos cenários tinha uma razão de ser. Foi uma escolha estética, a fim de emular os quadrinhos de Frank Miller o máximo possível, como em SIN CITY. Também é por opção estética que IMORTAIS (2011), com sua direção de arte carnavalesca, sua fotografia bem colorida e sua violência próxima de um videogame, se assume.

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