Sigouney voltará, de alguma forma
A trama ecológica do grande sucesso Avatar credenciou seu diretor, James Cameron, a participar do 1º Fórum Internacional de Sustentabilidade que acontecerá em 26 e 27 de março em Manaus. Também participarão do evento Thomas Lovejoy, pioneiro em pesquisas sobre a Amazônia, e o ex-vice-presidente dos EUA Al Gore, Nobel da Paz em 2007 e autor do documentário sobre sustentabilidade Uma Verdade Inconveniente. Já a atriz Sigourney Weaver, em entrevista à TV francesa, disse que já conversou com Cameron sobre sua participação em Avatar 2.
Música composta por Harry Gregson-Williams, Nobuko Toda, Shuichi Kobori, Kazuma Jinnouchi, Yoshitaka Suzuki, Norihiko Hibino, Takahiro Izutani
Os planos do diretor Roland Emmerich para uma série de televisão que seria uma continuação direta de seu filme 2012, que anunciáramos 


O Bafta é considerado o Oscar Britânico, e na briga entre Avatar de James Cameron e Guerra ao Terror de sua ex Kathryn Bigelow, o segundo se saiu melhor, levando os prêmios de melhor filme, direção, roteiro original, edição, som e fotografia. Avatar ficou com alguns prêmios técnicos: desenho de produção e efeitos especiais. Duncan Jones ganhou o prêmio de diretor estreante por Lunar e a Carey Mulligan, que foi a Sally Sparrow de Doctor Who, o de melhor atriz por Educação. Confira a lista dos premiados:
Avatar lidera as indicações ao 36º Saturn Awards, premiação dos melhores da Ficção Científica, Fantasia e Horror que este ano acontecerá dia 24 de junho na Califórnia. Nas categorias de cinema o épico de James Cameron recebeu 10 indicações, seguido por Sherlock Holmes (8), Watchmen (7), Bastardos Inglórios (7 – muitos consideram o filme de Tarantino como sci fi porque mostraria uma 2ª Guerra Mundial alternativa), Distrito 9 e Star Trek (6 cada um). Nas categorias de TV Lost lidera com 8 indicações, seguido por True Blood (5), Fringe e Doctor Who (3 cada) e Chuck, Heroes e The Ghost Whisperer (2 cada).
Uma coisa que eu não entendi após assistir O LOBISOMEM (2010) foi a censura para menores de 18 anos. Não achei o filme tão violento a ponto de merecer tal classificação. Na verdade, o lobisomem rasga as pessoas e arranca fora suas cabeças e membros, mas tudo isso é mostrado de maneira que não choca. Funciona mais como entretenimento. O referencial do filme é mesmo o cinema de horror que a Universal fazia nos anos 30 e 40 e de onde veio a sua inspiração. O LOBISOMEM, de George Waggner, aliás, não é apenas inspiração, mas a espinha dorsal do novo filme, que faz algumas modificações bem vindas.
