Quadrilogia Alien


Com o sucesso de Star Wars (1977) surgiu uma nova leva de filmes ambientados no espaço. Mas apenas um conseguiu se equiparar em importância: Alien (1979), do diretor Ridley Scott, que é uma obra de terror no espaço. A trama parece saída de um filme de terror classe B: a nave Nostromo recebe um pedido de ajuda, e os tripulantes vão investigar. Em um planeta deserto encontram uma nova raça alienígena, que se infesta num dos tripulantes e instaura o terror na nave. Apenas um deles, a oficial Ripley (Sigourney Weaver) consegue escapar.

Graças à direção de Scott, um roteiro modificado por Walter Hill (do sucesso 48 Horas), o visual gótico e surreal criado por HR Giger e um clima sufocante, diferente do que se esperaria numa aventura espacial, um sério candidato ao fracasso foi transformado num clássico de ficção cientifica. Foi de Hill a idéia de transformar Ripley na heroína do filme, mas de Giger veio o visual assustador do Alien, que tinha um crânio humano modificado. Depois surgiu a idéia do embrião que se fixa no rosto, e que saía dos ovos.

Scott decidiu esconder o monstro a maior parte do filme, para aumentar a tensão e o suspense – recurso efetivamente usado por Steven Spielberg em Tubarão (1975). Ou seja, o grande trunfo de Alien era justamente o mistério, o medo do terror que se oculta nas sombras. Para piorar as coisas, o filme guardava outro segeredo: um dos membros da tripulação era um robô em forma humana, que acaba descontrolado e tenta matar a tripulação.

Com o sucesso do filme, a Fox quis uma continuação, que chegou aos cinemas em 1986 com o titulo de Aliens – O Resgate, sob a direção de James Cameron. Dois anos antes Cameron fizera O Exterminador do Futuro, outro clássico moderno que dispensa apresentações. Neste segundo filme, Ripley ficou hibernando no espaço por 57 anos, e quando é resgatada descobre que sua filha havia morrido. A companhia Wayland Yutani havia estabelecido uma colônia no mesmo planeta onde, décadas atrás, Ripley havia encontrado o Alien.

Ripley, junto com fuzileiros, vai até a colônia onde encontram apenas uma menina sobrevivente. Não demora para que encontrem algo mais – não um, mas centenas de Aliens. Bishop (Lance Henriksen) é o novo autômato, no qual inicialmente Ripley não confia e razão de sua má experiência com o andróide do primeiro filme. Cameron cria a Rainha Alien, e o filme fica no alicerce central do embate entre a Rainha defendendo suas crias, e Ripley, que assume o papel de mãe da menina Newt. Ripley usa até uma armadura mecânica para enfrentar a rainha, um combate cheio de ação. Somente Ripley, o tenente Hicks, Newt e Bishop sobrevivem.

Com mais esse filme, Alien se torna uma marca de sucesso. Em 1988 a Fox assina com a editora Darkhorse um contrato, e quadrinhos passam a ser produzidos. São criados centenas de produtos da marca Alien. Em 1990 sai o jogo Aliens x Predator, que faz muito sucesso. No mesmo ano, no filme Predator 2, é insinuado numa cena que os predadores caçam os Aliens. Isso foi profético, como se verá mais adiante.

William Gibson foi contratado para escrever o roteiro de Alien 3, mas seu trabalho é descartado. Eric Red fez um novo roteiro, também recusado. Vincent Ward se torna o diretor, e John Fasano refaz o roteiro diversas vezes. Mas também eles acabam saindo do projeto, e David Fincher assume a direção. O roteiro definitivo acabou sendo uma mistura do roteiro de Gibson com o de Ward. Alien 3 chega aos cinemas em 1992, mas tem um desempenho ruim nas bilheterias.

Desta vez Ripley sobrevive à queda da nave onde ela, Hicks, Ripley e Bishop viajavam, em um planeta prisão, onde os condenados viraram algo parecido com monges. Um embrião de Alien que estava na nave também sobrevive, impregna um cão e começa a matar os prisioneiros. A Wayland Yutani descobre o que acontece, e envia cientistas para capturar o Alien.

Ripley une-se aos prisioneiros para destruir o Alien e impedir que a Wayland consiga o seu espécime. Ripley estava infectada e morre no final, diante do inventor de Bishop. Não entendo como o público não gostou de Alien 3, pois é um ótimo filme de suspense que lembra o clima de terror do primeiro longa. Os os prisioneiros ficam com o Alien e não havia para onde fugir, exatamente como na Nostromo.

A cena do Alien nascendo de dentro de um cachorro é uma das mais aterrorizantes, assim como a caçada na fornalha. Porém o filme comete o erro de mostrar a morte de Ripley. Mesmo com o fracasso a Fox seguiu adiante, e anos depois contratou Joss Whedon (Buffy e Angel) para escrever o roteiro do quarto filme. Alien – A Ressurreição chegou aos cinemas em 1998, sob a direção de Jean Pierre Jeunet.

Ripley é ressuscitada através da clonagem 200 anos depois, mas por estar impregnada na hora da morte tem seu DND misturado com o do Alien. Dessa vez é um militar do governo que está conduzindo um exprimento ilegal para criar uma nova arma. O experimento ocorre na nave Auriga. Contratado pelo militar, um grupo de caçadores de recompensas captura civis para serem os hospedeiros dos Aliens. Wynona Rider é a maior supresa do filme, onde ela interpreta o papel da andróide Call.

alien-resurrectionRipley fica dividida entre ficar com os humanos ou unir-se aos Aliens, já que agora ela é em parte um deles. O filme tem algumas ótimas cenas de ação, como uma perseguição embaixo da água, onde vemos que os Aliens são velozes nesse ambiente também. Um novo Alien foi introduzido nesse filme. Esse não veio de um ovo, mas do útero da Rainha, que havia sofrido uma nova mutação por causa do DNA de Ripley.

Infelizmente o diretor francês não soube criar suspense, e o filme também foi mal nas bilheterias. Alien – A Ressurreição é bem monótono, e não tem o clima de terror dos anteriores. O maior erro da Fox foi trazer um diretor fraco, quando poderiam trazer alguém de peso. Afinal, o estúdio tem cacife para conseguir o diretor que quiser.

Em 2004 os Aliens retornaram no filme Aliens x Predador, que mesmo sendo fraco teve outra continuação – que também foi fraca. A Fox pretende fazer um remake ou prequel de Alien, desde que Ridley Scott aceite novamente ser o diretor. Se for assim o terror voltará ao espaço, e os fãs ficarão aliviados.

Guilherme da Costa Radin

Com o sucesso de Star Wars (1977) surgiu uma nova leva de filmes ambientados no espaço. Mas apenas um conseguiu se equiparar em importância: Alien (1979), do diretor Ridley Scott, que é uma obra de terror no espaço. A trama parece saída de um filme de terror classe B: a nave Nostromo recebe um pedido de ajuda, e os tripulantes vão investigar. Em um planeta deserto encontram uma nova raça alienígena, que se infesta num dos tripulantes e instaura o terror na nave. Apenas um deles, a oficial Ripley (Sigourney Weaver) consegue escapar.

Graças à direção de Scott, um roteiro modificado por Walter Hill (do sucesso 48 Horas), o visual gótico e surreal criado por HR Giger e um clima sufocante, diferente do que se esperaria numa aventura espacial, um sério candidato ao fracasso foi transformado num clássico de ficção cientifica. Foi de Hill a idéia de transformar Ripley na heroína do filme, mas de Giger veio o visual assustador do Alien, que tinha um crânio humano modificado. Depois surgiu a idéia do embrião que se fixa no rosto, e que saía dos ovos.

Scott decidiu esconder o monstro a maior parte do filme, para aumentar a tensão e o suspense – recurso efetivamente usado por Steven Spielberg em Tubarão (1975). Ou seja, o grande trunfo de Alien era justamente o mistério, o medo do terror que se oculta nas sombras. Para piorar as coisas, o filme guardava outro segeredo: um dos membros da tripulação era um robô em forma humana, que acaba descontrolado e tenta matar a tripulação.

Com o sucesso do filme, a Fox quis uma continuação, que chegou aos cinemas em 1986 com o titulo de Aliens – O Resgate, sob a direção de James Cameron. Dois anos antes Cameron fizera O Exterminador do Futuro, outro clássico moderno que dispensa apresentações. Neste segundo filme, Ripley ficou hibernando no espaço por 57 anos, e quando é resgatada descobre que sua filha havia morrido. A companhia Wayland Yutani havia estabelecido uma colônia no mesmo planeta onde, décadas atrás, Ripley havia encontrado o Alien.

Ripley, junto com fuzileiros, vai até a colônia onde encontram apenas uma menina sobrevivente. Não demora para que encontrem algo mais – não um, mas centenas de Aliens. Bishop (Lance Henriksen) é o novo autômato, no qual inicialmente Ripley não confia e razão de sua má experiência com o andróide do primeiro filme. Cameron cria a Rainha Alien, e o filme fica no alicerce central do embate entre a Rainha defendendo suas crias, e Ripley, que assume o papel de mãe da menina Newt. Ripley usa até uma armadura mecânica para enfrentar a rainha, um combate cheio de ação. Somente Ripley, o tenente Hicks, Newt e Bishop sobrevivem.

Com mais esse filme, Alien se torna uma marca de sucesso. Em 1988 a Fox assina com a editora  Darkhorse um contrato, e quadrinhos passam a ser produzidos. São criados centenas de produtos da marca Alien. Em 1990 sai o jogo Aliens x Predator, que faz muito sucesso. No mesmo ano, no filme Predator 2, é insinuado numa cena que os predadores caçam os Aliens. Isso foi profético, como se verá mais adiante.

William Gibson foi contratado para escrever o roteiro de Alien 3, mas seu trabalho é descartado. Eric Red fez um novo roteiro, também recusado. Vincent Ward se torna o diretor, e John Fasano refaz o roteiro diversas vezes. Mas também eles acabam saindo do projeto, e David Fincher assume a direção. O roteiro definitivo acabou sendo uma mistura do roteiro de Gibson com o de Ward. Alien 3 chega aos cinemas em 1992, mas tem um desempenho ruim nas bilheterias.

Desta vez Ripley sobrevive à queda da nave onde ela, Hicks, Ripley e Bishop viajavam, em um planeta prisão, onde os condenados viraram algo parecido com monges. Um embrião de Alien que estava na nave também sobrevive, impregna um cão e começa a matar os prisioneiros. A Wayland Yutani descobre o que acontece, e envia cientistas para capturar o Alien.

Ripley une-se aos prisioneiros para destruir o Alien e impedir que a Wayland consiga o seu espécime. Ripley estava infectada e morre no final, diante do inventor de Bishop. Não entendo como o público não gostou de Alien 3, pois é um ótimo filme de suspense que lembra o clima de terror do primeiro longa. Os os prisioneiros ficam com o Alien e não havia para onde fugir, exatamente como na Nostromo.

A cena do Alien nascendo de dentro de um cachorro é uma das mais aterrorizantes, assim como a caçada na fornalha. Porém o filme comete o erro de mostrar a morte de Ripley. Mesmo com o fracasso a Fox seguiu adiante, e anos depois contratou Joss Whedon (Buffy e Angel) para escrever o roteiro do quarto filme. Alien 4 chegou aos cinemas em 1998, sob a direção de Jean Pierre Jeunet.

Ripley é ressuscitada através da clonagem 200 anos depois, mas por estar impregnada na hora da morte tem seu DND misturado com o do Alien. Dessa vez é um militar do governo que está conduzindo um exprimento ilegal para criar uma nova arma. O experimento ocorre na nave Auriga. Contratado pelo militar, um grupo de caçadores de recompensas captura civis para serem os hospedeiros dos Aliens. Wynona Rider é a maior supresa do filme, onde ela interpreta o papel da andróide Call.

Ripley fica dividida entre ficar com os humanos ou unir-se aos Aliens, já que agora ela é em parte um deles.

O filme tem ótimas cenas de ação, como uma perseguição em baixo da água, onde vemos que os Aliens são velozes nesse ambiente também. Um novo Alien foi introduzido nesse filme. Esse não veio de ovo, mas do útero da Rainha, que havia sofrido uma nova mutação por causa do DNA de Ripley.

Infelizmente o diretor francês não soube criar suspense, e o filme também foi mal nas bilheterias. Alien 4 é bem monótono, e não tem o clima de terror dos anteriores. O maior erro da Fox foi trazer um diretor fraco, quando poderiam trazer alguém de peso. Afinal, o estúdio tem cacife para conseguir o diretor que quiser.

Em 2004 os Aliens retornaram no filme Aliens x Predador, que mesmo sendo fraco teve outra continuação – que também foi fraca. Existem rumores deque a Fox pretende fazer um remake ou prequel de Alien, novamente sob a direção de Ridley Scott. O terror pode voltar ao espaço, e os fãs vão ficar aliviado

Com o sucesso de Star Wars (1977) surgiu uma nova leva de filmes ambientados no espaço. Mas apenas um conseguiu se equiparar em importância: Alien (1979), do diretor Ridley Scott, que é uma obra de terror no espaço. A trama parece saída de um filme de terror classe B: a nave Nostromo recebe um pedido de ajuda, e os tripulantes vão investigar. Em um planeta deserto encontram uma nova raça alienígena, que se infesta num dos tripulantes e instaura o terror na nave. Apenas um deles, a oficial Ripley (Sigourney Weaver) consegue escapar.

Graças à direção de Scott, um roteiro modificado por Walter Hill (do sucesso 48 Horas), o visual gótico e surreal criado por HR Giger e um clima sufocante, diferente do que se esperaria numa aventura espacial, um sério candidato ao fracasso foi transformado num clássico de ficção cientifica. Foi de Hill a idéia de transformar Ripley na heroína do filme, mas de Giger veio o visual assustador do Alien, que tinha um crânio humano modificado. Depois surgiu a idéia do embrião que se fixa no rosto, e que saía dos ovos.

Scott decidiu esconder o monstro a maior parte do filme, para aumentar a tensão e o suspense – recurso efetivamente usado por Steven Spielberg em Tubarão (1975). Ou seja, o grande trunfo de Alien era justamente o mistério, o medo do terror que se oculta nas sombras. Para piorar as coisas, o filme guardava outro segeredo: um dos membros da tripulação era um robô em forma humana, que acaba descontrolado e tenta matar a tripulação.

Com o sucesso do filme, a Fox quis uma continuação, que chegou aos cinemas em 1986 com o titulo de Aliens – O Resgate, sob a direção de James Cameron. Dois anos antes Cameron fizera O Exterminador do Futuro, outro clássico moderno que dispensa apresentações. Neste segundo filme, Ripley ficou hibernando no espaço por 57 anos, e quando é resgatada descobre que sua filha havia morrido. A companhia Wayland Yutani havia estabelecido uma colônia no mesmo planeta onde, décadas atrás, Ripley havia encontrado o Alien.

Ripley, junto com fuzileiros, vai até a colônia onde encontram apenas uma menina sobrevivente. Não demora para que encontrem algo mais – não um, mas centenas de Aliens. Bishop (Lance Henriksen) é o novo autômato, no qual inicialmente Ripley não confia e razão de sua má experiência com o andróide do primeiro filme. Cameron cria a Rainha Alien, e o filme fica no alicerce central do embate entre a Rainha defendendo suas crias, e Ripley, que assume o papel de mãe da menina Newt. Ripley usa até uma armadura mecânica para enfrentar a rainha, um combate cheio de ação. Somente Ripley, o tenente Hicks, Newt e Bishop sobrevivem.

Com mais esse filme, Alien se torna uma marca de sucesso. Em 1988 a Fox assina com a editora Darkhorse um contrato, e quadrinhos passam a ser produzidos. São criados centenas de produtos da marca Alien. Em 1990 sai o jogo Aliens x Predator, que faz muito sucesso. No mesmo ano, no filme Predator 2, é insinuado numa cena que os predadores caçam os Aliens. Isso foi profético, como se verá mais adiante.

William Gibson foi contratado para escrever o roteiro de Alien 3, mas seu trabalho é descartado. Eric Red fez um novo roteiro, também recusado. Vincent Ward se torna o diretor, e John Fasano refaz o roteiro diversas vezes. Mas também eles acabam saindo do projeto, e David Fincher assume a direção. O roteiro definitivo acabou sendo uma mistura do roteiro de Gibson com o de Ward. Alien 3 chega aos cinemas em 1992, mas tem um desempenho ruim nas bilheterias.

Desta vez Ripley sobrevive à queda da nave onde ela, Hicks, Ripley e Bishop viajavam, em um planeta prisão, onde os condenados viraram algo parecido com monges. Um embrião de Alien que estava na nave também sobrevive, impregna um cão e começa a matar os prisioneiros. A Wayland Yutani descobre o que acontece, e envia cientistas para capturar o Alien.

Ripley une-se aos prisioneiros para destruir o Alien e impedir que a Wayland consiga o seu espécime. Ripley estava infectada e morre no final, diante do inventor de Bishop. Não entendo como o público não gostou de Alien 3, pois é um ótimo filme de suspense que lembra o clima de terror do primeiro longa. Os os prisioneiros ficam com o Alien e não havia para onde fugir, exatamente como na Nostromo.

A cena do Alien nascendo de dentro de um cachorro é uma das mais aterrorizantes, assim como a caçada na fornalha. Porém o filme comete o erro de mostrar a morte de Ripley. Mesmo com o fracasso a Fox seguiu adiante, e anos depois contratou Joss Whedon (Buffy e Angel) para escrever o roteiro do quarto filme. Alien 4 chegou aos cinemas em 1998, sob a direção de Jean Pierre Jeunet.

Ripley é ressuscitada através da clonagem 200 anos depois, mas por estar impregnada na hora da morte tem seu DND misturado com o do Alien. Dessa vez é um militar do governo que está conduzindo um exprimento ilegal para criar uma nova arma. O experimento ocorre na nave Auriga. Contratado pelo militar, um grupo de caçadores de recompensas captura civis para serem os hospedeiros dos Aliens. Wynona Rider é a maior supresa do filme, onde ela interpreta o papel da andróide Call.

Ripley fica dividida entre ficar com os humanos ou unir-se aos Aliens, já que agora ela é em parte um deles.

O filme tem ótimas cenas de ação, como uma perseguição em baixo da água, onde vemos que os Aliens são velozes nesse ambiente também. Um novo Alien foi introduzido nesse filme. Esse não veio de ovo, mas do útero da Rainha, que havia sofrido uma nova mutação por causa do DNA de Ripley.

Infelizmente o diretor francês não soube criar suspense, e o filme também foi mal nas bilheterias. Alien 4 é bem monótono, e não tem o clima de terror dos anteriores. O maior erro da Fox foi trazer um diretor fraco, quando poderiam trazer alguém de peso. Afinal, o estúdio tem cacife para conseguir o diretor que quiser.

Em 2004 os Aliens retornaram no filme Aliens x Predador, que mesmo sendo fraco teve outra continuação – que também foi fraca. Existem rumores deque a Fox pretende fazer um remake ou prequel de Alien, novamente sob a direção de Ridley Scott. O terror pode voltar ao espaço, e os fãs vão ficar aliviados.

s.

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8 comentários sobre “Quadrilogia Alien

  1. EX -EMBAIXADOR, VIREI MENDIGO NUMA PRISÃO CENTAURI , DEPOIS ANDEI PEGANDO UMA PSICOPATA,DIGO PSIQUICA, KKKKKKKKKKKKKKKK E ENDOIDEI DE VEZ, KKKKKKKKKKKKKK

  2. ADORO OS FILMES DO ALIEN ESPERO QUE CONTINUEM COM OS FILMES ADOREI ALIEN VS PREDADOR QUE PRA MIM TAMBEM E UM ÓTIMO FILME ADOREI AS LUTAS DO ALIEN COM O PREDADOR FOI DIMAIS…

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